Igreja Metodista Unida

História

É de extrema importância abordarmos sobre o surgimento deste movimento no mundo. A Igreja Metodista é a principal expoente do metodismo, religião de fé cristã protestante, é de origem inglesa, organizado pelo reverendo inglês John Wesley que enfatizou o estudo metódico da Bíblia, e busca a relação pessoal entre o indivíduo e Deus. Iniciou-se com a adesão de regressos da Igreja Anglicana e da Presbiteriana, bem como de dissidentes da Igreja Episcopal Americana. John Wesley responde em 1784, à falta de pregadores nas colônias isso devido à Guerra Revolucionária Americana, ordenando alguns para a América com o poder de ministrar sacramentos. Esta foi uma das principais razões para a separação final do Metodismo da Igreja da Inglaterra, após a morte de Wesley. Esta separação criou, em nível mundial, uma série de denominações de igrejas “do” Metodismo. A influência de George Whitefield sobre a Igreja da Inglaterra também foi um factor na fundação da Igreja Metodista da Inglaterra, em 1844.

Através de actividades missionárias vigorosas, o Metodismo se espalha por todo o Império Britânico, o que se deu principalmente através da pregação de Whitefield, durante o que os historiadores chamam de Primeiro Grande Despertar (na América colonial). Após a morte de Whitefield, em 1770, o Metodismo americano entrou em uma fase Wesleyana e Arminiana mais duradoura de desenvolvimento. O Metodismo em Angola Segundo Sua Revma. Gaspar João Domingos, Bispo da Igreja Metodista Unida em Angola na Conferência Anual do Oeste de Angola, a quando abordado sobre este Movimento Religioso em Angola, optou por realçar o papel desempenhado pela sua congregação no projecto de construção da nação angola. “O metodismo que temos como berço é o proveniente da América e entrou em África a partir da Libéria e foi descendo pelo Congo, passando por Angola, pela Antiga Rodésia, hoje Zimbabwe, indo parar exactamente em Moçambique”, Neste contexto, há a frisar que a implantação do metodismo em Angola inicia com a vinda do bispo Wilian Taylor, um antigo missionário em várias partes do mundo com destaque para a Índia e Brasil, e que por conta do trabalho que se estava a iniciar em África foi feito bispo. Estudos revelam que o bispo Wilian Taylor integrou uma delegação de 45 cidadãos entre homens, mulheres e crianças que se deslocaram da América para África passando pela Libéria e a 18 de Março de 1885 aportaram em Angola. De acordo com o bispo Gaspar João Domingos, “a semente por eles plantada cresceu e hoje temos o que chamamos a Igreja Metodista Unida em Angola”.

A Igreja Metodista no “Projecto Angola” coloca-se desde a sua génese, havendo a necessidade de se realçar os princípios de humanidade e santidade defendidos pelo fundador do movimento; para João Wesler, a partir da Inglaterra, de onde é originário, vê-se um homem preocupado com uma nação que estava no início da revolução industrial. João Wesley nasceu numa família de 19 irmãos, e o mesmo viveu os sacrifícios levados a cabo pelos seus pais a fim de sustentar a numerosa família, contudo ao analisar a sociedade inglesa ele compreendeu que havia situações extremas de pobreza que não se justificavam.

A Sua Revma. Gaspar João Domingos explica que este facto levou João Wesler a perguntar porquê que uns tinham que viver em situação de extrema pobreza, enquanto outros uma situação de extrema fartura. Por outro lado, também notou que a Igreja estava muito apática em relação a posicionar-se junto das camadas mais pobres e havia um vínculo maior com o poder, facto que o leva a compreender que a mensagem do Evangelho que se pregava dava muito mais subsídios para se reformar a nação através da expansão da santidade bíblica.

A Sua Revma. bispo Gaspar João Domingos considera que “esse elemento é o cavalo de batalha que João Wesler persegue com base no principio “salvar a nação e espalhar a santidade bíblica”, olhando na perspectiva de seres humanos e não de uns superiores a outros”. Esse movimento, que começa na Inglaterra, vai até a América, onde esta consciência ajuda na libertação do povo americano do jugo inglês que ainda se vivia.

Na América, este movimento metodista se torna numa igreja, pressuposto que os leva a se considerarem a “nação santa” eleita que estava aí como o povo de Deus que um dia saiu do Egipto da escravatura e veio para Canaã como um povo liberto em terra de bonança e abundância e; com base neste princípio, os americanos também sentiam-se na obrigação de libertarem outros povos da mesma forma como eles se viram livres. No interesse de colocar fim a essa prática da escravatura que já havia terminado em outras parte do mundo, mas que em Angola ainda era um facto, o bispo Willian Taylor, indicado para trabalhar no continente africano, entendeu que Angola deveria ser o ponto onde deveria instalar-se para tentar banir a prática da venda de escravos. Após a sua instalação o Missionário William Taylor decidiu colocar as suas missões de trabalho ao longo do corredor em que o tráfico de escravos era feito. Desta feita em 1885 veio a caravana de 45 missionários oriundos dos Estados Unidos da América. Tendo em conta as fronteiras missionarias a igreja esteve centrada apenas na parte central do país, concretamente nas Províncias de Luanda e, acompanhando o Rio Kwanza, foi criando as várias missões ao longo do rio e ao mesmo tempo que era o corredor onde era feito o tráfico negreiro, cria em Luanda a primeira estação, segue com o rio Kwanza e instala no Dondo a segunda estação, seguida de Nhanga ya Pepe, Quiongo, Malanje e Quéssua onde terminou apesar do seu interesse em chegar até as Lundas, contudo as suas forças não o permitiram prosseguir os seus objectivos; a posterior, outras pequenas missões foram surgindo na área do Libolo, nos Dembos; As denúncias ao tráfico de escravos foram se fazendo sentir, logo o governo colonial português foi pressionado de tal forma que o tráfico não acabou naquela altura mas foi diminuindo e em 1936 a força do tráfico já não era tão forte. O governo de Oliveira Salazar, pressionado pelas Nações Unidas, acabou transformando esse mercado negreiro em contrato obrigatório para os cidadãos negros, numa espécie de oficialização do comércio ilegal de escravos.

OUTROS DADOS NÃO MENOS IMPORTANTES

Igreja Metodista Unida central de Luanda declarada património cultural, o edifício da Igreja Metodista Unida Central de Luanda foi confirmado como património cultural de Luanda, numa cerimónia presidida pela Governadora provincial,  Francisca do Espírito Santo, que esteve naquele local para descerrar a placa que atribui a presente classificação àquele local. O descerrar da placa veio consumar o decreto n.º 18 de Abril de 1995, exarado pelo Governo da Província de Luanda, que consagra este edifício que hoje conta com 125 anos, como património histórico-cultural de Luanda. A história deste edifício está intimamente relacionada com a chegada do Metodismo a Angola, pois diz a história que no dia 18 de Março de 1885, chegou a Luanda a caravana de missionários afectos a esta igreja, chefiada pelo Bispo Willian Taylor, proveniente dos Estados Unidos de América, que celebrou o primeiro culto naquele local quatro dias depois. Ao tomar a palavra, Francisca do Espírito Santo considerou que a Igreja Metodista Unida Central é parte integrante da história do nosso país, não só do ponto vista físico, mas também pelo facto de muitas pessoas terem recorrido a este espaço, de forma clandestina, para a luta de libertação nacional. De acordo com a governadora de Luanda, o reconhecimento vai permitir que todos os luandenses possam inteirar-se da história daquele património da cidade, razão pela qual recomendou uma maior divulgação da história deste edifício a todos os angolanos. “É um gesto há muito tempo aguardado”disse o líder da igreja o Bispo Gaspar Domingos, reafirmando que acto do Governo Provincial de Luanda veio apenas confirmar o reconhecimento daquela casa. Por outro lado não deixou de exprimir a sua satisfação pela cerimónia de “patenteamento” da casa de Deus, que se sobrepõe às restantes casas da cidade de Luanda, por isso já não era sem tempo o este reconhecimento. Quem de igual modo teceu algumas considerações sobre o assunto foi o Director Provincial da Cultura, Manuel Sebastião, que disse que na verdade muitos de nós desconheciam que aquele edifício é um património histórico-cultural de todos os angolanos, para além de salientar a tarefa de protecção e conservação do mesmo à luz da lei do património cultural. Por outro lado, considerou que a acção do Metodismo em Angola consubstancia-se também na angolanidade, a julgar pelo esforço levado a cabo elos metodistas e que contribuiu para o edificar da nação angolana. Por isso a acção do Governo Provincial de Luanda constitui-se num duplo reconhecimento que coincide com as festividades da cidade de Luanda.

A casa Metodista foi fundada no ano de 1885, com a chegada a 18 de Março de uma caravana de missionários americanos a Luanda, liderada pelo Bispo missionário William Taylor que recepcionados pela autoridades portuguesas se estabeleceram naquele espaço.

JOHN WESLEY

Viveu na Inglaterra no século XVIII, uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados. A Inglaterra estava cheia de mendigos itinerantes, políticos corruptos, vícios e violência generalizada. O cristianismo, em todas as suas denominações, estava definhando. Ao invés de influenciar, o cristianismo estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Primeiro, durante o tempo de estudante na Universidade de Oxford, depois como líder no meio do povo.

SUA INFÂNCIA

John Wesley, décimo quinto filho do ministro anglicano Samuel, que mostrara ser jacobita ao se negar a reconhecer William de Orange como soberano inglês, e de Susana Wesley, nasceu a 17 de Junho de 1703, em Epworth, na Inglaterra. Devido às actividades pastorais e políticas que impediam o Reverendo Samuel de dar a devida assistência ao lar, Susana assumiu a administração financeira da família e a educação dos filhos e filhas. Disciplinava-os com rigidez, mantendo um horário para cada actividade e reservando um tempo de encontro com cada filho para conversar, estudar e orar…

O INCÊNDIO OCORRIDO EM SUA CASA

Ainda na infância, com cinco anos de idade John Wesley foi o último a ser salvo, de forma miraculosa, em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde ficara preso no segundo andar. A partir desse dia Susana, sua mãe, dedicou-lhe atenção especial, entendeu que Deus havia poupado sua vida para algo muito especial. Depois desse acontecimento, John Wesley ficou conhecido como ”um tição tirado do fogo”. Ainda aos cinco anos de idade, Susana Wesley começou a alfabetizá-lo, usando o livro dos Salmos como a postila. John estudou com sua mãe até os 11 anos. Entrou, então, para uma escola pública, onde ficou como aluno interno por seis anos. Aos 17 anos, foi para a Universidade de Oxford.

SUA FORMAÇÃO

John Wesley iniciou seus estudos em Oxford, onde começou a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários como “Clube Santo”. Ele não inventou o nome; outros alunos, notando que os membros do grupo tinham horário e método para tudo que faziam, os tacharam como ‘metodistas’. Wesley preferia chamá-los simplesmente de ‘Metodistas de Oxford’. Nesse grupo Wesley e seu irmão Charles iniciaram visitas e evangelismos em presídios.

Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia nav época. Assim, graduou-se em Teologia, e pôde ajudar seu pai na direcção da Igreja Anglicana. Essa rotina durou até seus 32 anos, quando com seu irmão Charles atendeu a um apelo: precisava-se de missionários na Virgínia, Nova Inglaterra. Há uma equivocada história de que o John Wesley havia sido maçom. Houve um homem de nome John Wesley em Downpatrick, Irlanda, que se tornou mestre maçom em 13 de Outubro de 1788. Wesley também esteve em Downpatrick algumas vezes, mas não nessa data. Em 13 de Outubro de 1788 o diário do reverendo John Wesley regista que ele esteve em Wallingford, proximidade de Londres.

MISSÃO EM VIRGÍNIA

Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi a viagem missionária de Jonh Wesley à Virgínia, para “evangelizar os índios”, sendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno John Wesley expressa sua frustração “fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?”. Durante a travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de crianças e adultos que, durante uma grande tempestade, cantavam e louvavam ao nome do Senhor (Deus). Wesley, vendo a fé destes diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley por ele achar que Deus não poderia justificá-lo mediante seus pecados e por isso constantemente temia a morte desde sua juventude), predispôs-se a seguir a fé evangélica deles. Retornou à Inglaterra em 1738.

A CONVERSÃO

Após 2 anos, John Wesley voltou desiludido com o trabalho realizado na Virgínia. Encontrou-se, então, com Pedro Böhler, em Londres. Böhler era pastor morávio (da Morávia, Alemanha) e com ele John Wesley se convence de que a fé é uma experiência total da vida humana. Procurou, então, libertar-se da religião formalista e fria para viver, na prática, os ensinos de Jesus.

A EXPERIÊNCIA DO CORAÇÃO AQUECIDO

No dia 24 de maio de 1738, durante uma pequena reunião na rua Aldersgate, Londres, enquanto ouvia a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, pai da Reforma Protestante, sobre a carta aos Romanos, John Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, sentindo “seu coração se aquecer”. Através desta experiência ele experimentou grande confiança em Cristo e recebeu a segurança de que Deus havia perdoado seus pecados. Esse episódio é assim narrado em seu diário: “Cerca das oito e quinze, enquanto ouvia a prelecção sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, em verdade meus, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração”. Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Charles Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade. Como não havia muitas oportunidades na Igreja Anglicana, Wesley pregava aos operários em praças e salões – muito embora ele não gostasse de pregar fora da Igreja. E tornou-se conhecidíssima esta sua frase: “o mundo é a minha paróquia”. Influenciados pelos morávios, John e seu irmão Charles organizaram pequenas sociedades e classes dentro da Igreja da Inglaterra, lideradas por leigos, com os objectivos de compartilhar, estudar a Bíblia, orar e pregar. Logo o trabalho de sociedades e classes seria difundido em vários países, especialmente nos Estados Unidos e na Inglaterra e estaria presente em centenas de sociedades, com milhares de integrantes. Com tanto serviço, Wesley andava por toda a parte a cavalo, conquistando o apelido de ‘O Cavaleiro de Deus’. Calcula-se que, em 50 anos, Wesley tenha percorrido 400 mil quilômetros e pregado 40 mil sermões, com uma média de 800 sermões por ano. John Wesley deixou um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais. A Igreja Metodista, como Igreja propriamente, organizou-se primeiro nos EUA e depois na Inglaterra (somente após a morte de Wesley, no dia 2 de Março de 1791).

Wesley ensinava que a conversão a Jesus é comprovada pela prática (testemunho), e não pelas emoções do momento. Valorização dos pregadores leigos que participavam lado a lado com os clérigos da Missão de evangelização, assistência e capacitação de outras pessoas. Afirma que o centro da vida cristã está na relação pessoal com Jesus Cristo. É Jesus quem nos salva, nos perdoa, nos transforma e nos oferece a vida abundante de comunhão com Deus. Valoriza e recupera em sua prática a ênfase na ação e na doutrina do Espírito Santo como poder vital para a Igreja. Reconhece a necessidade de se viver Evangelho comunitariamente. John Wesley afirmou que “tornar o Evangelho em religião solitária é, na verdade, destruí-lo”. Preocupa-se com o ser humano total. Não é só com o bem-estar espiritual, mas também com o bem-estar físico, emocional, material. Por isso devemos cuidar do nosso próximo integralmente, principalmente dos necessitados e marginalizados sociais. Podemos afirmar que o bem-estar espiritual é o resultado da paz de Cristo que alcança todas as áreas da vida do cristão. É o resultado do bem-estar físico, emocional, econômico, familiar, comunitário. 

Tudo está nas mãos de Deus, nele confiamos e Ele é fiel em cuidar de nós. Sua salvação alcança-nos integralmente. Enfatiza a paixão pela evangelização. Desejamos e devemos trabalhar com paixão, perseverança e alegria para que o amor e a misericórdia de Deus alcancem homens e mulheres em todos os lugares e épocas. Aceita as doutrinas fundamentais da fé cristã, conforme enunciadas no Credo Apostólico (Cremos na Bíblia, em Deus, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, no ser humano, no perdão dos pecados, na vitória por meio da vida disciplinada, na centralização do amor, na segurança e na perfeição cristã, na Igreja, no Reino de Deus, na vida eterna, na segunda vinda de Jesus, na graça de Deus para todos, na possibilidade da queda da graça divina, na oração intercessora, nas missões mundiais. Cremos profundamente no amor. Amor de Deus em nossa vida, amor dos irmãos.), enfatizando o equilíbrio entre os actos de piedade (actos devocionais) e os actos de misericórdia (a prática de amor ao próximo).

Além de milhares de convertidos e encaminhados para a santificação cristã, houve também obras sociais dignas de destaque, como estas: dinheiro aos pobres que Wesley distribuía, o compêndio de medicina que Wesley escreveu e foi largamente difundido, apoio na reforma educacional, apoio na reforma das prisões, apoio na abolição da escravatura. Actualmente, o total de membros da comunidade metodista no mundo está estimado em cerca de 75 milhões de pessoas. O maior grupo concentra-se nos Estados Unidos: a Igreja Metodista Unida neste país é a segunda maior denominação protestante. Hoje, além dos seguidores do Metodismo, a vida de muitos é influenciada pela missão de Wesley. Movimentos posteriores como o Exército de Salvação, o Movimento de Santidade e o Pentecostalismo devem muito a ele. A insistência wesleyana da busca da santificação pessoal e social contribuem significativamente para a ideologia da busca de uma vida e mundo melhor.

A Igreja Católica Romana recebeu indirectamente alguns conceitos de Wesley quando o cardeal John Henry Newmanuniu-se a ela, vindo da Igreja Anglicana e concretizando em reformas litúrgicas, sociais, carismática e teológica desde o Concílio Vaticano II. Faleceu a 2 de Março de 1791, em Londres, Inglaterra. Encontra-se sepultado em Wesleys Chapel, Grande Londres, Londres, Inglaterra.